LITIGIOSIDADE NOS ACTOS DAS EMPRESAS TENDE A AUMENTAR
Joaquim Barata Lopes, bastonário da Ordem dos Notários, alerta
para o aumento da litigiosidade nos actos das empresas
Actualmente, é possível alguém com aparência de sócio de uma empresa ceder uma quota que não lhe pertence a um comprador mais incauto - alerta Joaquim Barata Lopes, bastonário da Ordem dos Notários, em entrevista à «Vida Económica». O conservador limita-se a depositar os documentos necessários sem que haja controlo da legalidade. Joaquim Barata Lopes prevê um aumento da litigiosidade decorrente da desformalização dos actos das empresas.
Segundo refere, é um erro abandonar o sistema de justiça preventiva, porque a Administração Pública não tem estruturas capazes de dar alternativas adequadas.
Leia a entrevista do Bastonário da Ordem dos Notários em http://www.vidaeconomica.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ve.stories/14206
Setúbal, 2 de Fevereiro
JC Pacheco Alves


Para não me alongar mais: quem fiscaliza hoje em dia a realização do capital social de uma sociedade que adopte um dos tipos previstos no CSCom ? Ninguém ...
E o que é uma sociedade comercial sem o seu capital social efectivamente realizado ? Obviamente uma fraude, digo eu; e pergunto, então o Estado, em nome do simplex, cria condições para que os vigaristas, a coberto de uma sociedade de fachada, porventura criada "na hora" (de) para dar o golpe, burlem ainda mais facilmente os cidadãos honestos que tenham o azar de com esta contratar, do mesmo passo que se anunciam medidas que vão dificultar ainda mais o acesso ao direito e aos tribunais ? ...
Quousque tandem abutere ... (Comentar)
Respondo à sua interrogação, citando, com a devida vénia, Martin Luther King: "O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem carácter, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons"
Boa semana de trabalho. (Comentar)