2006/06/30
2006/06/28
GREVE GERAL DA FUNÇÃO PÚBLICA
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Os sindicatos da FUNÇÃO PÚBLICA parece que estão decididos a decretar uma greve geral para o dia 6 de Julho.Pensamos que era importantíssimo que os órgãos dirigentes da Associação Sindical dos Conservadores dos Registos, emitissem opinião concreta sobre o assunto.Será que a nossa associação vai apelar à greve se ela vier a ser decretada pelos outros sindicatos? Na qualidade de sócio penso é exigível de quem nos representa uma posição concreta sobre o assunto.Setúbal, 26 de JunhoPacheco Alves |
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2006/06/25
O SISTEMA REMUNERATÓRIO DOS OFICIAIS E CONSERVADORES

O tempo vai passando e o sistema remuneratório dos profissionais que trabalham no sector dos registos continua anacrónico. E dizemos isto porque é angustiante trabalhar num serviço onde são abismais as divergências entre as remunerações dos oficiais do registo. Compensava mesmo hoje a um qualquer conservador do registo civil e a muitos do registo predial alcançar o estatuto invejável de muitos dos oficiais e notários que foram reafectos aos serviços dos registos. Mesmo entre serviços da mesma espécie e da mesma classe essas divergências são por vezes gritantes e o que é mais grave é que há oficiais do registo com vencimentos superiores ao de muitos conservadores.
E não são motivações egoísticas, ou mais propriamente de “invejite”, sentimento, aliás, muito comum na nossa sociedade, que nos levam a fazer estas afirmações. São as razões que se prendem com uma maior equidade a nível salarial, com a ética e com a moralidade que nos levam a dizer o que se passa com o sistema remuneratório dos serviços dos registos. E porque foi publicitado concurso para o lugar de conservador de um dos nossos serviços do registo predial, por manifestação de algum interesse como potencial concorrente e também, é claro, por curiosidade, viemos a saber que, caso a colocação fosse possível, o meu vencimento neste serviço seria “composto”com mais 750 euros ao que actualmente recebo.
Mas porquê tão grande disparidade? Será que os problemas de âmbito registral dos serviços que dirijo não são tão complexos?
E não valerá a pena escudarmo-nos num anonimato qualquer para dizer estas e outras coisas, quando o que se afirma é autêntico. Para as denúncias sem nome só há uma palavra: cobardia. Pensamos que é mesmo vergonhoso a denuncia sem um rosto, como tem acontecido através de alguns e-mails que são enviados para os nossos serviços.
Setúbal, 25 de Junho de 2006-06-25
Pacheco Alves
2006/06/19
SER ASSOCIADO OU NÃO SER
Será que valerá a pena continuar a ser sócio ou associado da Associação Sindical de Conservadores dos Registos, já que temos assistido, há uns anos a esta parte, ao seu progressivo definhamento? Será que esta morte lenta, que parece anunciada, interessa aos conservadores ou apenas a alguns dos interesses instalados?
Seriamente teremos de dizer que os conservadores serão os mais prejudicados pela falta de um rumo, de um caminho para este organismo, que de associação já resta muito pouco e de sindical, por nunca o ter sido, nada fica. Deste definhamento todos somos culpados, mas em concreto há responsabilidades que deveriam ser reveladas e mesmo questionadas e que nunca ninguém quis assumir. Em conversas mais ou menos silenciosas e silenciadas todos afirmam que a ASCR já morreu, que definhou ... Será que se trata de boato, mexerico, ou será o constactar da verdadeira realidade?
Setúbal, 19 de Junho de 2006
pacheco alves
2006/06/13
VALE A PENA PENSAR
O anúncio é simples, intrigante e surpreendente.
Segundo o aviso n.º 6186/2006, publicado na página 7495 do n.º 101 de 2006-05-25 da II Série do nosso Diário da República, o Instituto Nacional de Administração – com a autorização do Sr. Ministro das Finanças – abriu um concurso para o Curso de Estudos Avançados em Gestão Pública com 104 vagas.
O prazo para inscrições terminou no dia 9 de Junho. Até aqui tudo parece normal, mas depois começam as surpresas. Há quatro vagas para funcionários públicos e 100 para candidatos não vinculados à função pública.
Os candidatos não vinculados que concluam o curso com aproveitamento, adquirem a qualidade de funcionários públicos com a categoria de técnico superior de 2.ª classe.
Mas há mais
. Se tiverem a classificação de Muito Bom, são promovidos à categoria de técnico superior de 1.ª classe ao fim de um ano. E agora uma de sadismo.
Os candidatos que pretendam frequentar este curso devem pagar uma importância de 5000 euros a título de propina para suportar as despesas do curso. Alguém ouviu dizer por aí que não havia mais admissões na função pública? E que era fundamental reforçar a formação dos funcionários públicos? Ou terei eu feito confusão sobre as recentes afirmações do Sr. Ministro das Finanças relativas ao excesso de pessoas na administração pública? Depois dos supranumerários, dos excedentes, dos disponíveis e dos dispensáveis da administração pública, agora temos uma nova classe: São os SUPERNUMERÁRIOS!
Segundo o aviso n.º 6186/2006, publicado na página 7495 do n.º 101 de 2006-05-25 da II Série do nosso Diário da República, o Instituto Nacional de Administração – com a autorização do Sr. Ministro das Finanças – abriu um concurso para o Curso de Estudos Avançados em Gestão Pública com 104 vagas.
O prazo para inscrições terminou no dia 9 de Junho. Até aqui tudo parece normal, mas depois começam as surpresas. Há quatro vagas para funcionários públicos e 100 para candidatos não vinculados à função pública.
Os candidatos não vinculados que concluam o curso com aproveitamento, adquirem a qualidade de funcionários públicos com a categoria de técnico superior de 2.ª classe.
Mas há mais
. Se tiverem a classificação de Muito Bom, são promovidos à categoria de técnico superior de 1.ª classe ao fim de um ano. E agora uma de sadismo.
Os candidatos que pretendam frequentar este curso devem pagar uma importância de 5000 euros a título de propina para suportar as despesas do curso. Alguém ouviu dizer por aí que não havia mais admissões na função pública? E que era fundamental reforçar a formação dos funcionários públicos? Ou terei eu feito confusão sobre as recentes afirmações do Sr. Ministro das Finanças relativas ao excesso de pessoas na administração pública? Depois dos supranumerários, dos excedentes, dos disponíveis e dos dispensáveis da administração pública, agora temos uma nova classe: São os SUPERNUMERÁRIOS!
NB: O texto foi-me enviado por amigo, mas que esta publicitado em
http://quartarepublica.blogspot.com
p. alves

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E o Fern