30-Jul-2009
Retomando a proposta do ex-ministro Correia de Campos, o PS quer que os subsistemas se tornem auto-suficientes. Se for governo, o PS quer acabar progressivamente com o financiamento da ADSE através do Orçamento do Estado e redução das despesas em saúde que cada português pode deduzir em sede de IRS.
”Aqui estamos, vamos a [...]
O estado de guerra na Justiça começou no dia em que José Sócrates apresentou o seu programa de Governo, em Março de 2005.
Um Tribunal - Um símbolo
24-Jul-2009
JOSÉ DE SOUSA DE MACEDO - O edifício de um Tribunal é, por excelência, o espaço da Justiça e um dos seus mais significativos símbolos. (…) Procurei (…) o dito “Campus da Justiça”, por ele passei, e, um tanto desapontado, não consegui identificar-me com um local ou com [...]
28 Jul
Posted by: José Carlos Pacheco Alves in: Informativo
27-Jul-2009
O Tribunal de Aveiro condenou a oito anos de prisão uma antiga funcionária dos Cartórios Notariais de Aveiro e Vagos que, durante 16 anos, desviou dos cofres do Estado mais de 727 mil euros. Tem que devolver tudo.
A ex-funcionária, Marília M. , de 51 anos, foi condenada recentemente a penas de [...]
26 Jul
Posted by: José Carlos Pacheco Alves in: Humor
Então? Qual é o meu papel ao exigirem mais a mim do que aos “videirinhas? O que é que estes fulanos têm mais do que eu?
Afinal, porque criaram Lojas do Cidadão? Sim “Lojas” porque algumas são autênticas lojas!… Então não poderiam criar uma palavra mais simpática para apelidar estes serviços. Loja [...]
25 Jul
Posted by: José Carlos Pacheco Alves in: Informativo
JOSÉ ANTÓNIO BARREIROS - «O Governo sabia que era possível beneficiar, modernizar, adequar a Boa Hora, assim como era possível criar uma cidade judiciária, planeada de A a Z para receber tribunais, Procuradoria, Polícias e demais adjacências. Só que o Governo não quis. (…) Porque sucede isto tudo? Por falta de respeito pelo Judiciário.Por falta [...]
O Futuro
Isto vai meus amigos isto vai
um passo atrás são sempre dois em frente
e um povo verdadeiro não se trai
não quer gente mais gente que outra gente.
Isto vai meus amigos isto vai
o que é preciso é ter sempre presente
que o presente é um tempo que se vai
e o futuro é o tempo resistente.
Depois [...]
NB: Pelo humor, bem merece relevo de primeiro plano no REGINOT o comentário do colega José de Oliveira e Sousa.
Trata-se dum genérico
Tentei confirmar registos, mas mais uma vez o santo sirp me fez o manguito. Estive quase para lhe responder com o mesmo gesto ou até mesmo com o dos cornitos, mas lembrei-me que a [...]
NB: Leiam o desabafo de um oficial do registo predial e vejam o que vai na alma de muitos dos nossos funcionários. E era bom que os denominados “videirinhas” , ou melhor, os “lambe botas” começassem a reflectir … porque a vida que levam vai ter um fim e estará mais proximo do que eles julgam. Um dia, quando [...]
09 Jul
Posted by: J.C.Pacheco Alves in: Informativo
O recheio do cartório notarial foi penhorado e levado para um armazém das Finanças 8Julho 2009 - 02h00
Dois escritórios notariais de Lisboa foram ontem penhorados pelo Fisco por uma dívida de 1,5 milhões de euros. Segundo apurou o CM, as responsáveis pelos cartórios retiveram indevidamente durante anos os impostos cobrados pela prática de actos notariais (fundamentalmente testamentos e constituição de sociedades) e não entregaram aos cofres do Estado os impostos sobre o rendimento retidos sobre os salários dos seus funcionários.
A acção foi levada a cabo pela Direcção Distrital de Finanças de Lisboa (DDF), que depois de inúmeros contactos com as notárias em causa avançou para a penhora do recheio dos cartórios, acto que se concretizou ontem. ‘Os contribuintes em causa foram repetidamente avisados da sua situação. Foram dadas várias hipóteses de regularização da dívida, nomeadamente o pagamento em prestações’, afirmou ao CM uma fonte das Finanças.
A penhora de um dos cartórios notariais iniciou-se por volta das 11h00, quando os empregados de uma empresa de mudanças, que foi contratada para o efeito, começaram por retirar do interior do edifício algum do mobiliário, como cadeiras e mesas, após as indicações de um dos membros da Direcção-Geral das Contribuições e Impostos (DGCI), que estava responsável pela penhora.
Houve momentos de maior exaltação entre os elementos da DGCI e alguns empregados do cartório, nomeadamente quando estes se preparavam para eliminar dos computadores dados contabilísticos, quando apenas lhes foi dada autorização para que fossem retirados os dados confidenciais de quem recorreu os serviços do cartório.
Os clientes que iam chegando ao local no momento da penhora mostravam-se algo surpreendidos com a situação, isto porque ‘nunca tiveram qualquer problema quando recorreram aquele cartório’.
O CM tentou contactar, sem sucesso, a responsável pelo cartório notarial, que no momento da penhora se encontrava ausente de Lisboa.
BASTONÁRIA NÃO CONHECIA CASOS
A bastonária da Ordem dos Notários, Carla Soares, não tinha conhecimento destes casos, mas rejeita que a classe seja classificada de ‘fraudulenta’ devido a estas situações porque, segundo a própria, ‘em qualquer profissão há sempre os que não cumprem as regras estabelecidas’.
Apesar disso, a bastonária, que representa 411 notários, não deixa de concordar que os profissionais incumpridores devem ser ‘castigados’, mas lamenta que outras áreas, ‘como a dos advogados’, não sejam tão inspeccionados quanto é a do notariado.
PORMENORES
GRUPO DE RISCO
No relatório das actividades desenvolvidas pelo Ministério das Finanças no âmbito do combate à fraude e evasão fiscais do ano de 2007 os notários foram referidos como um dos grupos de risco de incumprimento.
TESTAMENTOS
Grande parte do negócio dos cartórios que foram ontem penhorados era a realização de testamentos e contratos de constituição de sociedades comerciais.