1 - Não temos o hábito de, viciadamente, olhar para trás. Mas por vezes sentimos essa necessidade, nomeadamente quando o que afirmamos tem importância para o presente e para o futuro. Relembramos por isso aqui, mais uma vez o que afirmamos em assembleia da ASCR realizada em Coimbra em Março de 2006.
O nexo entre os factos ou as ideias constituiu o que denominadamente se aplida de coerência. Não nos envergonhamos por isso daquilo que sempre afirmamos e que escrevemos. A cobardia e o oportunismo são conceitos ou ideais que, normalmente se associam muito bem à omissão, à lacuna ou preterição. Ainda hoje perpassa a ideia na nossa sociedade de que para não ter chatices melhor será estar calado. Ou como se ousa dizer em linguagem militar, não penses, não raciocines. Se tens ambições, sê educadinho.
Se queres subir social e profissionalmente, aqui fica o nosso conselho: cala-te.
2-Solitariamente, mas sem o peso de qualquer solidão, continuamos como sempre! … Como diziam os latinos, accipere, quam facere, praestat injuriam, ou seja para nós continua a ser preferível receber uma injúria do que fazê-la.
Relembramos aqui apenas uma pequena parte do que dissemos na dita assembleia:
«E,
Caros Colegas:
As ditas “reformas” estão aí e agora a todo o vapor. Aquilo que conscientemente se deveria ter feito ao longo dos últimos anos é-nos agora imposto, muitas vezes atabalhoadamente, sem princípios e mesmo com a falta de respeito, que é devido a quem sempre trabalhou com seriedade nos registos. E tudo parece estar a acontecer como se fossemos nós os culpados por tudo o que não se fez atempadamente na administração pública. Isto é demagógico. Face à conduta atabalhoada com estão a ser impostas estas alterações, por vezes o que parece transparecer não será já uma ideia de reforma, uma ideia de concertação ou mesmo regeneração dos nossos serviços, mas mais o desmoronamento consciente do edifício jurídico-administrativo, que apoiado, é certo em ideias e alguns princípios do antigamente da vida, há muito que necessitava de revitalização.
Em tempo das vacas gordas e dos fundos perdidos, os nossos políticos entretiveram-se mais com as auto-estradas, mas com as de betão, mas esqueceram-se das que mexem com o cidadão e o agente da administração, e que, como tal, não têm nem podem ter na sua componência o alcatrão. O que deveria ter sido feito em tempo mais favorável, é agora dramaticamente e drasticamente imposto em consequência do desequilíbrio das nossas finanças públicas e por exigência do pacto de estabilidade. E será que algum dia os nossos políticos, os verdadeiros responsáveis, assumirão esta responsabilidade? » (…) (…)
3 - Com a crise no sector de pescas deve-lhe faltar a pescada... (Comentar)
Escrito por:
Anónimo
em 2008/05/30 - 18:46:18
4 - Se cada pessoa retirar as lições certas da vida e se olhar nos próprios olhos com seriedade e espírito crítico, verá diante de si mesmo, não só, um Ser mortal, mas também um individuo único, inteiro e que o Universo quis criar.
Os grandes Homens encontram-se nas pessoas simples. . .e correctas. (Comentar)
5 - A crise no sector das pescas só vem fomentar o aumento da procura do ‘pesca nova’...
Agora, imagine como vai ser apartir de Janeiro de 2009...
Acaba-se com o território...
Acaba-se com os síndromes de prepotência...
Acaba-se com alguns que se julgam mais papistas que o papa...
Separa-se o trigo do joio...
Mas por favor não acabem com a boa da sardinha assada no pão (claro) e com um bom morangueiro...
C.S. (Comentar)
Os grandes Homens encontram-se nas pessoas simples. . .e correctas.
(Comentar)
Agora, imagine como vai ser apartir de Janeiro de 2009...
Acaba-se com o território...
Acaba-se com os síndromes de prepotência...
Acaba-se com alguns que se julgam mais papistas que o papa...
Separa-se o trigo do joio...
Mas por favor não acabem com a boa da sardinha assada no pão (claro) e com um bom morangueiro...
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