O SEGREDO
Não! … Não se trata de fazermos aqui qualquer comentário desenvolvido ao livro
mais vendido em todo o mundo – “The Secret”. Apesar do seu sucesso, não acreditamos
que alguma vez um livro possa mudar a vida dos cidadãos portugueses.
Não! … Não se trata de comentarmos o segredo do sucesso financeiro, do amor,
em suma da felicidade do ser humano. Não é desejo nosso fazer do REGINOT
uma qualquer atracção, operação de marketing, ou onde com umas pinceladas se pinte
um qualquer quadro “cor-de-rosa”. Há muito que sabemos que o verdadeiro segredo
da vida está no saber amar e só a libertação da mediocridade e do vazio nos poderá
trazer alguma felicidade. Por não crermos em milagres, há muito que nos habituamos
a acreditar que o segredo do sucesso só pode ser construído com a acção dinâmica
do homem, com trabalho e espírito de sacrifício. O segredo, é saber sonhar, acreditar
em nós mesmos e aprender a gostar de nós, enquanto portugueses.
O que nos preocupa não … não é o milagre dos pães, o sucesso financeiro, ou
uma qualquer “fast-food” para a alma. O que nos inquieta nesta sociedade, que dizem
ser democrática, e que nos toca bem cá no fundo, é a indiferença, a resignação
dos cidadãos e mesmo o medo como no tempo do fascismo. Este é que é o
verdadeiro SEGREDO, o segredo da sociedade portuguesa, em que a lei da maioria
impõe discrição, como tal há coisas que não se devem dizer, devendo ficar ocultas
ou constituir mistério. Com segredo e em segredo «a autoridade do Estado é sagrada
e o cumprimento da lei impõe-se à bastonada», como refere Fernanda Palma,
professora catedrática de Direito Penal.
Pois é! … O SEGREDO nada tem também a ver com o segredo de Fátima, porque
afinal este já foi desvendado e desmistificado. O verdadeiro SEGREDO relativamente
à sociedade em que vivemos é também o que está relacionado com o processo
de simplificação da administração pública portuguesa, o denominado e multifa -
“SIMPLEX”. Não é que sejamos contra as reformas da administração pública, aliás já
há muitos anos que, como afirmam os nossos textos, o país necessitava muito mais
das auto - estradas da administração do que algumas vias de alcatrão, novas pistas
para aviões ou mesmo comboios que esgalham em alta velocidade.
O verdadeiro SEGREDO é o que conta com a exclusão dos profissionais
da administração do referido processo de simplificação. Por isso o autismo e a
ligeireza, com que se legisla e se tratam os problemas. Porque raio deverão estes
profissionais conhecer, e já não dizemos discutir, os processos normativos
considerados essências à “reforma” da administração? Importante, importante é que
seu conteúdo seja restritamente conhecido e que a lei ou decreto-lei se publique.E
não interessa o dia, pode muito bem sê-lo durante os meses em que a maioria
dos portugueses e, em parte, os profissionais de determinado sector da administração
goze férias. Mesmo que sejam profundas as alterações, porque é que o diploma há ter
umavacacio legis? É aplicar e toca a andar … e se possível no dia seguinte ao da sua
publicação.
Pois é! … Há segredos e segredos! …
Setúbal, 29 de Junho de 2007
J.C. Pacheco Alves
mais vendido em todo o mundo – “The Secret”. Apesar do seu sucesso, não acreditamos
que alguma vez um livro possa mudar a vida dos cidadãos portugueses.
Não! … Não se trata de comentarmos o segredo do sucesso financeiro, do amor,
em suma da felicidade do ser humano. Não é desejo nosso fazer do REGINOT
uma qualquer atracção, operação de marketing, ou onde com umas pinceladas se pinte
um qualquer quadro “cor-de-rosa”. Há muito que sabemos que o verdadeiro segredo
da vida está no saber amar e só a libertação da mediocridade e do vazio nos poderá
trazer alguma felicidade. Por não crermos em milagres, há muito que nos habituamos
a acreditar que o segredo do sucesso só pode ser construído com a acção dinâmica
do homem, com trabalho e espírito de sacrifício. O segredo, é saber sonhar, acreditar
em nós mesmos e aprender a gostar de nós, enquanto portugueses.
O que nos preocupa não … não é o milagre dos pães, o sucesso financeiro, ou
uma qualquer “fast-food” para a alma. O que nos inquieta nesta sociedade, que dizem
ser democrática, e que nos toca bem cá no fundo, é a indiferença, a resignação
dos cidadãos e mesmo o medo como no tempo do fascismo. Este é que é o
verdadeiro SEGREDO, o segredo da sociedade portuguesa, em que a lei da maioria
impõe discrição, como tal há coisas que não se devem dizer, devendo ficar ocultas
ou constituir mistério. Com segredo e em segredo «a autoridade do Estado é sagrada
e o cumprimento da lei impõe-se à bastonada», como refere Fernanda Palma,
professora catedrática de Direito Penal.
Pois é! … O SEGREDO nada tem também a ver com o segredo de Fátima, porque
afinal este já foi desvendado e desmistificado. O verdadeiro SEGREDO relativamente
à sociedade em que vivemos é também o que está relacionado com o processo
de simplificação da administração pública portuguesa, o denominado e multifa -
“SIMPLEX”. Não é que sejamos contra as reformas da administração pública, aliás já
há muitos anos que, como afirmam os nossos textos, o país necessitava muito mais
das auto - estradas da administração do que algumas vias de alcatrão, novas pistas
para aviões ou mesmo comboios que esgalham em alta velocidade.
O verdadeiro SEGREDO é o que conta com a exclusão dos profissionais
da administração do referido processo de simplificação. Por isso o autismo e a
ligeireza, com que se legisla e se tratam os problemas. Porque raio deverão estes
profissionais conhecer, e já não dizemos discutir, os processos normativos
considerados essências à “reforma” da administração? Importante, importante é que
seu conteúdo seja restritamente conhecido e que a lei ou decreto-lei se publique.E
não interessa o dia, pode muito bem sê-lo durante os meses em que a maioria
dos portugueses e, em parte, os profissionais de determinado sector da administração
goze férias. Mesmo que sejam profundas as alterações, porque é que o diploma há ter
umavacacio legis? É aplicar e toca a andar … e se possível no dia seguinte ao da sua
publicação.
Pois é! … Há segredos e segredos! …
Setúbal, 29 de Junho de 2007
J.C. Pacheco Alves


É este o sentimento que querem causar aos funcionários que de alguma forma, ingenuamente serviram o estado. . .sim. . .tinhamos essa designação "Servidores do Estado" e até descontamos 1% durante anos para um serviço com o nome de Montepio e Servidores do Estado. Já agora alguém que me diga o que é feito desse dinheiro!?!? E a favor de quem reverte?1?! É suposto ser de quem descontou para . . .não??? Se era um forçado Aforro!!!. . .
Se ser governante não fosse uma "profissão" e tivesse como cabeças "Homens Bons", a consideração e o respeito (não só por quem serviu o Estado), seria ponto de honra e hoje não estariam 100.000 elementos da função pública alinhados em fileiras para um futuro fusilamento.
Também sabemos que num pelotão de fusilamento (e para descanso da consciência de todos os designados para executar), há uma arma com cartuxo de pólvora seca. Daí a serenidade dos nossos legisladores. Como são muitos a decidir pelo voto, nunca se saberá quem ficou com o cartuxo da pólvora seca, ou seja, como o voto é secreto e há sempre quem vote em branco, todos poderão sair de uma votação com o ar de quem não foi responsável pela "execução" dos 100.000 descartáveis, porque votou em branco. . .fiz-me entender ?
Estou farta de Palhaços ricos. Já no circo me causavam nojo, sempre preferi o pobre, pelo menos fazia-me rir. (Comentar)
http://www.mj.gov.pt/sections/newhome/o-tempo-de-resposta-das/downloadFile/attachedFile_f0/O_tempo_de_resposta_das_Conservatorias_em_2008.pdf?nocache=1215013516.82 (Comentar)
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