VALE A PENA PENSAR
O anúncio é simples, intrigante e surpreendente.
Segundo o aviso n.º 6186/2006, publicado na página 7495 do n.º 101 de 2006-05-25 da II Série do nosso Diário da República, o Instituto Nacional de Administração – com a autorização do Sr. Ministro das Finanças – abriu um concurso para o Curso de Estudos Avançados em Gestão Pública com 104 vagas.
O prazo para inscrições terminou no dia 9 de Junho. Até aqui tudo parece normal, mas depois começam as surpresas. Há quatro vagas para funcionários públicos e 100 para candidatos não vinculados à função pública.
Os candidatos não vinculados que concluam o curso com aproveitamento, adquirem a qualidade de funcionários públicos com a categoria de técnico superior de 2.ª classe.
Mas há mais
. Se tiverem a classificação de Muito Bom, são promovidos à categoria de técnico superior de 1.ª classe ao fim de um ano. E agora uma de sadismo.
Os candidatos que pretendam frequentar este curso devem pagar uma importância de 5000 euros a título de propina para suportar as despesas do curso. Alguém ouviu dizer por aí que não havia mais admissões na função pública? E que era fundamental reforçar a formação dos funcionários públicos? Ou terei eu feito confusão sobre as recentes afirmações do Sr. Ministro das Finanças relativas ao excesso de pessoas na administração pública? Depois dos supranumerários, dos excedentes, dos disponíveis e dos dispensáveis da administração pública, agora temos uma nova classe: São os SUPERNUMERÁRIOS!
Segundo o aviso n.º 6186/2006, publicado na página 7495 do n.º 101 de 2006-05-25 da II Série do nosso Diário da República, o Instituto Nacional de Administração – com a autorização do Sr. Ministro das Finanças – abriu um concurso para o Curso de Estudos Avançados em Gestão Pública com 104 vagas.
O prazo para inscrições terminou no dia 9 de Junho. Até aqui tudo parece normal, mas depois começam as surpresas. Há quatro vagas para funcionários públicos e 100 para candidatos não vinculados à função pública.
Os candidatos não vinculados que concluam o curso com aproveitamento, adquirem a qualidade de funcionários públicos com a categoria de técnico superior de 2.ª classe.
Mas há mais
. Se tiverem a classificação de Muito Bom, são promovidos à categoria de técnico superior de 1.ª classe ao fim de um ano. E agora uma de sadismo.
Os candidatos que pretendam frequentar este curso devem pagar uma importância de 5000 euros a título de propina para suportar as despesas do curso. Alguém ouviu dizer por aí que não havia mais admissões na função pública? E que era fundamental reforçar a formação dos funcionários públicos? Ou terei eu feito confusão sobre as recentes afirmações do Sr. Ministro das Finanças relativas ao excesso de pessoas na administração pública? Depois dos supranumerários, dos excedentes, dos disponíveis e dos dispensáveis da administração pública, agora temos uma nova classe: São os SUPERNUMERÁRIOS!
NB: O texto foi-me enviado por amigo, mas que esta publicitado em
http://quartarepublica.blogspot.com
p. alves
